TDW Labs e BI Group

Dentro de nossa estrutura, acreditamos que o desenvolvimento deve ser contínuo e, para isso, é preciso estar alinhado com as novas tecnologias e compreender as necessidades do mercado. Sendo assim, a TDW Consulting investe em duas frentes de pesquisa e desenvolvimento que considera essenciais e estratégicas para o desenvolvimento a longo prazo.

  • TDW_LABS: laboratório de pesquisa e desenvolvimento criado para fomentar o estudo e a busca de aplicações práticas de novas tecnologias no segmento de Gestão da Informação. Também serve para avaliar novos produtos de mercado, desenvolver soluções customizadas e treinar a equipe de consultores TDW.
  • TDW_BI_GROUP: grupo de usuários de BI criado pela companhia e que se reúne periodicamente para discutir temas relevantes sobre o uso da informação como diferencial competitivo. Os encontros promovem a troca de experiências entre as organizações que utilizam ou pretendem utilizar este tipo de tecnologia, além de trazer à cena as preocupações, anseios e desejos da comunidade usuária.

A TDW tem como lema transformar dados em informações > informações em conhecimento > conhecimento em diferencial competitivo.

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BI, Datawarehousing e Integração de Dados.

A TDW é uma das empresas mais reconhecidas do mercado brasileiro  no que se refere a soluções analíticas, resultado de sua vasta experiência em consultoria e implementação de projetos de Business Intelligence e Datawarehousing em grandes clientes e em ambientes de alta complexidade.

Dentre os nossos diferenciais, destacam-se:

  • 100% de foco no segmento de gestão da informação.
  • Experiência comprovada em projetos complexos.
  • Domínio dos conceitos e das tecnologias.
  • Independência de atuação: vendemos serviços, não produtos.

Nossos números:

  • No mercado desde 2005.
  • Mais de 30 projetos ao ano.
  • Mais de 100 mil horas de projetos ao ano.
  • Equipe com mais de 50 consultores e com especialidades variadas.
  • Escritórios em SP e RJ.

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Resumo 9º Encontro de Usuários de BI

Chegamos à nona edição do nosso Encontro de Usuários de BI, que trouxe como tema de discussão “O Papel de Analytics na Era das Empresas Digitais”.

Sempre em formato de workshop, mas com flexibilidade para apontamentos e argumentações por parte dos participantes a todo momento, o assunto gerou grande interatividade, com questionamentos e debates acerca dos seguintes tópicos:

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Realizado em São Paulo, o 9º Encontro de Usuários de BI contou com a presença de profissionais de grandes empresas e que atuam em áreas de tecnologia da informação, de marketing e de gestão de canais digitais.

Compartilhamos, abaixo, os principais comentários, dúvidas e consensos que ocorreram ao longo do evento.

O primeiro tópico teve como objetivo elucidar o que vem ser a chamada Era Digital nas empresas, o que tem a ver a questão de analytics e business intelligence nesse contexto e como estão interligados.

Logo de cara, os participantes disseram que as empresas genuinamente digitais são as que utilizam somente esses canais para oferecer seus produtos e serviços. Foram utilizados exemplos de empresas como Google, Facebook, Spotify, Nubank, entre outros.

Mais adiante, surgiram exemplos de empresas tradicionais utilizando recursos digitais em suas operações. Alguns exemplos citados foram: substituição de formulários por sistemas, negócios feitos pelo WhatsApp, comunicação com os clientes por canais digitais, ações em redes sociais, coleta de informações a partir de canais digitais para oferecer produtos e campanhas mais direcionadas, entre outros.

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Alguns participantes da área bancária levantaram a questão de que ser digital significa ter cada vez menos agências físicas.

Para a maioria, uma empresa da era digital oferece informações de forma integrada em múltiplos canais, alguns deles digitais, de forma a permitir a comunicação com clientes, vendedores, prestadores de serviços, etc.

Mas será que as empresas que usam tecnologia há décadas já não eram digitais desde o princípio?

Diante deste questionamento, os participantes concluíram que elas eram informatizadas, mas que o desafio da época estava em automatizar os processos. Na era digital, a informatização tem uma outra função, mais focada no cliente, buscando entender seus comportamentos e atender seus anseios. Para isso, é preciso saber onde ele está, o que faz, que canais de comunicação prefere utilizar, quando, onde e de que maneira.

Para um dos presentes, antes as empresas automatizavam processos por conta de custos. A novidade é que, hoje, quem puxa a necessidade de automação são os clientes. É uma questão de sobrevivência. Não é mais a empresa querendo que o cliente migre para o digital porque é mais barato, mas uma questão de sobrevivência no mercado. Se a companhia não é digital, ela corre grande risco de deixar de existir.

Outro ponto levantado foi que, antigamente, o acesso à tecnologia era exclusividade das grandes empresas, sendo que, hoje, este quadro é completamente diferente, podendo as pequenas empresas, e até o indivíduo, terem até mais acesso do que as corporações.

empresa-digital_03_colorPara muitos, atualmente a loja física funciona mais como um showroom do que como um ponto de venda, é um canal para comunicar a marca quando as pessoas estão na rua. Da mesma forma que as agências bancárias, para muitos presentes no evento, existirá apenas para expor a marca e para ter um consultor de produtos. Que ações de venda e de compra serão feitas, em sua maioria, por canais digitais.

Um bom exemplo de empresa digital para os participantes é aquela em que tudo está conectado, os canais de comunicação com o cliente funcionam de forma integrada e sem exageros. Não adianta querer entrar na Era Digital tendo uma mente analógica. Querer usar as técnicas digitais com estratégias antigas pode significar perder dinheiro e incomodar seus clientes com campanhas intrusivas, desarticuladas e pouco eficientes.

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A resposta para a questão acima foi quase unânime: mais velocidade, é preciso ter um tempo de resposta mais rápido em todos os sentidos. Além disso, as empresas passam a operar 24 horas por dia, 7 dias por semana. A noção de trabalho muda e você não se desconecta, mesmo quando está fora do escritório.

Muitas funções que eram de mão de obra intensiva podem desaparecer com a digitalização crescente. No futuro, serviços de atendimento telefônico poderão ser totalmente automatizados, equipamentos de transporte de cargas e pessoas poderão ser autônomos, até mesmo atividades mais complexas poderão ser feitas por computadores.

Com os recursos tecnológicos disponíveis é possível fazer quase tudo de forma digital. A vida está ganhando um novo sentido com a tecnologia? Não sabemos onde vamos chegar. Não adianta negar, a tecnologia está aí e temos de saber usá-la. É questão de mudar a mente e mudar paradigmas.

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Outra consequência da era digital é o aumento exponencial no volume de informação disponível.

Há alguns anos havia poucas informações sobre o mercado e os clientes, tudo dependia de pesquisas e o processo de tomada de decisão era muito mais intuitivo. As ações de marketing eram focadas apenas em TV e mídia impressa, com quase nenhuma segmentação.

Hoje temos acesso a detalhes de como as pessoas interagem com as empresas. Sabemos que canais elas utilizam, quando, onde e como interagem com eles. É uma verdadeira avalanche de dados.

O grande desafio, porém, é como lidar com esses dados. A velocidade da informação é grande e isso impacta na tomada de decisão. Antes, quando havia um funcionário ruim, ele estragava seu relacionamento com dez clientes. Hoje, se o site da empresa parar de funcionar ou apresentar informações inadequadas, significa minar o relacionamento com centenas de clientes.

A tecnologia multiplica por várias ordens de grandeza os desafios do dia a dia, principalmente na questão da informação. Um dos participantes colocou: podemos fazer a maior besteira do mundo se usarmos mal as informações disponíveis, mas não utilizá-las seria muito pior. O maior desafio da atualidade é lidar com as informações.

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A mobilidade está transformando as empresas. As pessoas não conseguem mais viver sem ela. Para todos que estavam na mesa, a empresa que não adotar a estratégias para lidar com as tecnologias móveis corre sério risco de desaparecer.

Os participantes associaram o tema proposto com as competências que uma empresa deve ter para possuir um bom atendimento. Para a maioria, canais de relacionamento que utilizam as potencialidades das tecnologias móveis estão se tornando obrigatórios. Se a organização não for capaz de disponibilizar maneiras de seus clientes interagirem de forma eficiente e segura utilizando equipamentos como celulares e tablets irá perdê-los, se fizer isso mal, estará fora de mercado rapidamente.

Foi colocado também que, no mundo das tecnologias móveis, as companhias ganham novos detalhes para suas análises. Se antes era possível saber quando e o que os clientes faziam, com essas tecnologias é possível saber onde os clientes vivem, que lugares eles frequentam e onde resolvem consumir serviços e produtos.

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Com o aumento no número de empresas especializadas em serviços exclusivamente digitais e móveis, surge uma nova tendência. Se antes era comum cada organização montar base de dados próprias com quase nenhuma presença de informações externas, com o aumento do volume das informações disponibilizadas pelas empresas digitais, cada vez será mais comum ver organizações comprando serviços de coleta e análise de dados de empresas especializadas no mundo digital. Um exemplo citado foi a coleta e análise de informações de redes sociais e de utilização de aplicativos mobile com grandes bases de dados.

Como exemplo de empresas que já perceberam a oportunidades de oferecer esses serviços e atuar como provedoras de informação foram citadas Google, Amazon e Facebook. O que se vê no modelo dessas companhias é que se transformarão em grandes provedores de informação sobre o comportamento de mercados, empresas e pessoas.

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Durante as discussões foram apresentadas várias fontes de dados que podem ser consideradas inovadoras. Entre elas foram citadas:

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Foi entendimento do grupo que vivemos um momento em que recebemos informações de todos os lados, porém, saber explorar e analisar essas informações representa a real vantagem competitiva no mundo dos negócios.

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Alguns participantes comentaram que muitas empresas ainda não sabem como usar de forma adequada e produtiva as informações das redes sociais. Citaram os inúmeros feedbacks negativos recebidos, por exemplo, por bancos e empresas de telecom, sem que os mesmos sejam tratados adequadamente por essas empresas. Um dos participantes mencionou que a ‘cereja do bolo’ seria trazer a informação do cliente da rede social e cruzá-la com as bases de dados internas das organizações.

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O entendimento do grupo foi de que para lidar com esse volume de informação é preciso ter estratégia, tanto na área de tecnologia quanto nas áreas de negócios.

Do ponto de vista da área de tecnologia é preciso ter como ponto de partida uma boa arquitetura, que facilite a coleta, armazenamento e utilização da informação. Essa arquitetura deve priorizar as necessidades de negócio, que demanda flexibilidade e poder de análise.

Também foi citado que é preciso utilizar tecnologias capazes de lidar com grandes volumes de dados, entre elas os gerenciadores de bancos de dados paralelos como Teradata, Oracle Exadata e DB2, além dos diversos produtos relacionados com a tecnologia Hadoop.

Durante as discussões foi feito o alerta de que não se deve acreditar que uma única solução seja capaz de lidar com todos os desafios de um programa de gestão da informação. Ao contrário, o recomendável é ter um conjunto de ferramentas à disposição, aproveitando o melhor de cada uma.

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Os mais experientes do grupo alertaram para os perigos de acreditar nas promessas dos fornecedores. Quando estamos falando de grandes volumes de informação não existem fórmulas mágicas. É preciso ter estratégias de integração de dados que facilitem as análises, mantendo a flexibilidade do ambiente. Esse trabalho é complexo e demanda muita experiência das equipes envolvidas.

Além da importância de escolher as tecnologias corretas, os presentes ressaltaram a necessidade de ter mais agilidade nas entregas para as áreas usuárias. Foi consenso que a tendência é de se utilizar cada vez mais as técnicas de desenvolvimento ágil para viabilizar a utilização dos volumes crescentes de informações disponíveis.

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Em linhas gerais, a discussão sobre “O Papel de Analytics na Era das Empresas Digitais” nos levou às seguintes conclusões:

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